Categoria: Moda
 
12 de agosto de 2015

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Olá pessoal, quanto tempo não? Pelo que vi aqui nos arquivos, estou desde janeiro sem escrever aqui e nem parece! Afinal, o tempo tá passando bem depressa e a vida tá tão corrida, que não percebemos. Fui convidado pelo Luh pra voltar a escrever e aqui estou pra mostrar a vocês as coleções de verão que foram apresentadas na semana de moda de Paris.

Fiz um pequeno apanhado porque muitas grifes desfilaram e ficaria um post enorme, que eu talvez teria que dividir em duas ou 3 partes (se quiserem mais, falem pro Luh viu? hahah).

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Queridinha dos fashionistas mais antenados no mundo da moda (e uma das minhas favoritas), a Comme des Garçons não é tão conhecida por aqui (ou, pelo menos eu nunca vi nenhuma matéria mais centralizada nela).

A grife japonesa já é conhecida por ousar bastante em recortes, volumes e peças bastante gráficas e dessa vez ela não iria fazer diferente. Peças em tons terrosos, com estampas divertidas e clássicas, com toques metalizados e cortes assimétricos estão entre as mais poderosas da coleção. Com uma pegada grunge bastante característica, ela vem mostrando que dá sim pra brincar bastante de ser exagerado.

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Uma grande conhecida e poderosa, a Givenchy veio para tocar na ferida (mesmo que em pequenos passos) da masculinidade: a desconstrução das imposições de gênero. Com saias e algumas peças bastante acinturadas, a marca traz cores frias e brincadeiras com o punk, é a onda gótica tomando conta. Também brinca com a questão da religiosidade e fé, colocando a figura de Jesus Cristo crucificado.

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A Dior Homme veio com uma vibe mais conservadora, se arriscando apenas nas estampas e nas cores. Muitas peças camufladas e cores fortes em alguns pontos focais ou peças mais volumosas. Destaque para esse sobretudo laranja que eu amei e vou ter que trabalhar muito na esquina pra poder comprar.

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Balmain veio com a mesma proposta das outras coleções, com os tons terrosos. Porém, brincou bastante com volumes, bolsos, costuras, assimetria e bordados. As sandálias são um show a parte, lindas, além de mostrar que sim, nós podemos ousar nos calçados no verão também. Detalhe ali da blusa de pedras que eu estou apaixonado.

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Hermès veio com uma coleção mais leve e visualmente menos impactante. Com contraste de cores frias e quentes, ela coloca em harmonia esse contraste, juntando volumes e grafismos diferentes. Ainda traz uma onde meio retrô com o uso dos lenços no pescoço e peças de alfaiataria. Gostei bastante!

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Um dos meus desfiles favoritos, a Saint Laurent veio com aquela pegada retrô dos anos 60/70, com muitas estampas divertidas, colagens, peças de couro, calças skinny e muita sobreposição. Os óculos tornam os looks ainda mais divertidos, além de eu me sentir numa divertida festa de rua retrô, ao passar pelas fotos. Ah, já quero o último look completo (porque eu não sou obrigado a ser normal, beijo).

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Por último, mas nunca menos importante, tem o desfile da Louis Vuitton e suas peças acetinadas. Na mesma vibe das outras coleções, as peças transitam entre cores quentes e frias, alternando volumes. O grande destaque, ao meu ver, foi esse bordado lindo nas peças, tornando as peças mais sofisticadas e ao mesmo tempo divertidas.

O que podemos tirar de todos esses desfiles? Ah, podemos ser livres pra ousar no que quisermos. Não há limites, a não ser o seu conforto. Volumes, recortes, assimetria, pegada grunge, retrô, cores frias, cores quentes… vimos de tudo um pouco. Espero que esse post sirva de inspiração pra vocês e se quiserem mais, encham o saco do chefinho pra ele me colocar mais vezes aqui, hahaha.

Se quiserem me encontrar pela web, só conferirem o meu projeto artístico (mudei de site, gente) que conta com um blog também e o meu instagram. Beijão a todos e até mais! 🙂


Testei  
23 de junho de 2011

A cada troca de coleções são lançadas novas tendências também em acessórios como bolsas e sapatos. No quesito bolsas então são clutches, bolsas grandes, bolsa box… Mas clássicos, são clássicos, e não saem de moda nunca. São peças curinga para compor qualquer look. Você conhece todos os clássicos?

O modelo Kelly da Hermés tornou-se popular após Grace Kelly utilizar o modelo da grife supostamente para esconder uma gravidez. Desde então a bolsa tornou-se um clássico e está no arsenal de muitas mulheres, apesar de seu preço salgado.
Já o modelo 2.55 da Chanel foi a primeira criação de Mademoiselle Chanel, seu nome é a abreviação da data em que foi criada Fevereiro de 1955. A fabricação desse modelo é totalmente artesanal e pode passar por até 180 etapas.
A bolsa Jackie da Gucci recebeu esse nome por Jackie Onassis, usuária assídua do modelo. Com o passar do tempo foi esquecido, mas relançado na era Tom Ford na Gucci.
A Louis Vuitton tem como carro chefe o modelo Speedy, existente desde 1933, o modelo tornou-se popular ao cair nas graças de Audrey Hepburn. Desde então foi lançada em vários tamanhos e estilos dentro das coleções da marca.
Mais um clássico da Hermés é o modelo Birkin. O modelo tem uma história bem curiosa, em um voô entre Paris-Londres, Jane Birkin derrubou acidentalmente os papéis que carregava em sua bolsa e ao seu lado, o diretor executivo da Hermés, prometeu criar um modelo de bolsa grande o suficiente para que carregasse seus documentos e papéis com elegância e comodidade. O sucesso é absoluto, e um modelo pode chegar a custar U$ 80 mil dólares.
Pra fechar, a caçula dos clássicos, Lady Dior. Já existente há algum tempo, o modelo tornou-se hit após, a então princesa, Lady Di começar a utilizar o modelo em várias ocasiões. Desde então, a bolsa leva esse nome e é sucesso de vendas no mundo todo.

Tão vendo só? Clássicos são o que são devido a uma história bacana. Em alguns anos poderemos incluir Balenciagas, Célines, Proenzas e muito mais!

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