Categoria: Viagem
 
24 de março de 2016

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Tá querendo fazer aquela tão sonhada viagem, mas está com o orçamento curto? É super compreensível, afinal nosso país está em crise e as taxas cambiais estão absurdas. Tudo bem que o dólar tem dado sinal de baixa, mas ainda assim está bem acima do “aceitável”.

Mas não é por isso que você vai cancelar ou adiar a sua viagem dos sonhos, afinal é sim possível viajar de forma mais econômica.

Vocês sempre pedem para eu dar dicas de como eu faço quando vou viajar, então resolvi juntar algumas dicas que funcionam comigo, para dividir aqui com vocês.

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Guarde Dinheiro

Sempre deixo um dinheirinho guardado para uma possível viagem, pois sei que sou meio doido e resolvo viajar de última hora ou surge alguma viagem pelo blog. Mas quando se tem uma viagem planejada a tarefa é ainda mais fácil. Se você sabe que vai viajar em x tempo, calcule quanto de dinheiro terá que levar e quanto terá que poupar mensalmente para atingir a sua meta.

Pesquise Câmbio

Antes de trocar o seu suado dinheirinho em qualquer casa de câmbio que você encontrar pela frente, PESQUISE! Existe uma variação cambial oficial, e também uma de concorrência entre as agências de câmbio. Tem um site [veja aqui] onde você pode colocar a moeda que deseja e a sua cidade, e ele te dá uma lista com opções do mais em conta para o mais caro.

Não Leve Cartão

O cartão de crédito pode ser tornar o seu maior vilão em uma viagem, principalmente se o seu destino for um paraíso das compras e promoções como os Estados Unidos. O cartão da ilusão de dinheiro fácil, e com certeza te fará cair em tentação ao se deparar com alguma oferta x de algo que você nem precisa realmente.

Eu sempre levo a quantia exata que pretendo gastar na viagem, já trocada na moeda local, e posso até ter um cartão na carteira, mas só utilizo em caso de emergência. Ah, sem contar que os impostos para compras no cartão de crédito estão altos, e o câmbio está uma loucura de sobe e desce e com isso você pode ter uma surpresa na hora de pagar a sua fatura.

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Faça Orçamento Diário

Como disse no tópico anterior, eu sempre levo o meu dinheiro da viagem em espécie e trocado. Com isso eu consigo organizar um orçamento diário e controlar de forma racional os meus gastos. Separo uma quantia para alimentação, outra para passeios, outra para noitadas, compras… e assim por diante. Outra técnica é estipular quanto você pode gastar por dia, e sempre funciona comigo. Por exemplo, se vou passar 10 dias em NY, e levo mil dólares, sei que posso gastar U$100 dólares por dia.

Então se você almoça em um lugar mais bacaninha e caro, você já vai controlando as compras que pode vir a fazer, ou janta em um lugar mais baratinho… E assim por diante. Sempre levo separado desse orçamento o valor do transporte (geralmente cartão de mêtro) e do chip de internet do celular.

Fora de temporada

Esqueça qualquer possibilidade de fazer uma viagem econômica em alta temporada, esqueça Disney em Julho, Chile no inverno… Assim como acontece no Brasil, as cidades exploram o turismo e as temporadas, então tudo fica mais caro e cheio.

Sem contar as passagens aéreas que sempre ficam mais caras em alta temporada. Ah, e ainda sobre passagens, tente sempre comprar com antecedência, elas sempre ficam mais baratas quando compradas antes.

Refeições em Casa

Na verdade não importa se você vai ficar em uma casa, hostel, hotel ou casa de amigos/parentes. Comer em casa é sempre uma excelente opção. Sempre que vou para algum lugar eu passo no mercado e me abasteço de lanchinhos, água e outras coisas que eu possa precisar. Os preços são bem mais baixos dessa maneira, e o seu orçamento agradece.

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Peça para Levar – TO GO

Se você quiser provar uma comida diferente, daquele fast food ou mesmo de restaurantes, tente optar sempre por levar e comer em casa. Fazendo isso você evita gorjetas e taxas que geralmente são cobradas para que você faça a sua refeição no local.

Não Entre em Lojas

Eu não conheço ninguém controlado o bastante para entrar numa loja no exterior e não comprar nadinha. Bom, pelo menos eu e meus amigos não somos esse tipo de gente não! Então, se você quer fazer uma viagem com orçamento baixo e economizando, nem entre nas lojas. Se contente no máximo com as lindas vitrines, namore mas NÃO ENTRE!

Faça Lista de Compras

Hoje em dia com a internet à nossa disposição é muito fácil pesquisar preço das coisas. Então se você tem compras que precisa fazer, pesquise preços e faça uma lista de compras. Eu por exemplo, sempre que vou para os EUA compro algumas coisas específicas que só encontro por lá, a melatonina por exemplo, então já pesquiso os valores e reservo a quantia para comprar esses itens.

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Lojas OUTLET

Quer fazer compras? Fuja das lojas convencionais e dê sempre preferência pelos outlets e lojas de departamento como Ross, Marshalls, TJ Maxx… Os preços são sempre muito mais convidativos, e sempre rolam achados e ótimas promoções

Pesquise Cupons

Principalmente se você estiver nos EUA, pesquise por cupons de desconto. Quem aí já assistiu aquele programa sobre cupons em que as pessoas chegam a fazer compras gigantes gastando centavos? Pois é, isso realmente existe. Então, sabendo quais lojas você pretende visitar, faça uma pesquisa e descubra quais são as políticas de cupons de desconto.

Ah, alguns shoppings e outlets também oferecem cupons de vantagens para turistas, então tente sempre se informar no guest service sobre possíveis promoções.

Faça Passeios Free

Existem tantos lugares incríveis para se conhecer sem gastar dinheiro! Então pesquise sempre quais são os passeios disponíveis em casa cidade, quanto custa cada um deles e também descubra lugares onde você não tem que pagar nada. Existem muitos museus que você da apenas uma doação, se puder e no valor que puder.

Alugue uma Casa

Alugar uma casa/apartamento pode ser uma excelente opção, principalmente se você estiver viajando com mais amigos ou família. Os preços podem ser bem mais convidativos, além de você poder utilizar a estrutura da casa para cozinhar por exemplo.

Outra opção que é sempre econômica e bem vinda, é ficar em um hostel. Mas pesquise bem antes de fazer a sua reserva, pois lembre-se que você poderá ter que dividir o quarto e até banheiro com vários desconhecidos.

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Espero que minhas dicas ajudem, e lembre-se viajar é o melhor investimento que você pode fazer por você! Aliás fiquem ligados no meu instagram [siga aqui] para acompanhar em tempo real todas as minhas viagens!


Categoria: Viagem
 
11 de março de 2016

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Vamos retomar os posts da Eurotrip né gente? Dei uma parada pois entrou Londres no meio do caminho, mas ainda tenho vários posts que quero fazer por aqui pra dividir um pouco da minha experiência e dar dicas pra vocês. Hoje quero falar um pouco sobre Milão, uma cidade que eu estava mega ansioso pra conhecer, família italiana sabem como é né?!

Fomos de Barcelona para Milão de avião, voamos pela Ryanair (em breve quero falar um pouco melhor sobre essa experiência pra vocês), e passamos em resumo 1 dia em Milão então não tínhamos tempo de fazer muitas coisas, mas nos viramos nos 30 e hoje venho dividir um pouco do nosso roteiro com vocês.

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Em milão ficamos hospedados no hotel Melia Il Duca, e já fiz post sobre ele aqui pra vocês. A localização do hotel era bem bacana, de frente para o mêtro, então foi super fácil e rápido ir até a região da Duomo. Na noite que chegamos em Milão a única coisa que fizemos foi sair pra jantar, em Navigli um bairro boêmio e super gostoso que tem por lá.

Navigli beira um riozinho e tem várias lojinhas e restaurantes em volta, super fofo! E por lá comemos super bem, mas infelizmente não anotei o nome do restaurante (desculpaaa!). Ficamos sabendo que o fervo por lá é no final de semana, mas mesmo durante a semana tava bem movimentado e com bastante gente bonita.

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Na manhã seguinte fomos fazer os passeios tipicamente turísticos de Milão, que na verdade não são muitos. Achei Milão meio parecido com São Paulo, uma cidade grande bem bonita porém sem grandes opções. O forte da cidade é mesmo a moda, que apesar de um pouco cara para o meu bolso é linda. Por lá é possível encontrar inúmeras opções de marcas diferentes e com peças LINDAS!

Começamos nosso passeio pela praça da Duomo, a igreja mais famosa e comentada de Milão. E realmente, a arquitetura é de tirar o fôlego de tão linda. Aliás, tudo ali naquela região é lindo, a praça, a galeria, os pombinhos… Me senti dentro de um cenário de filme!

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Ao lado da Duomo, fica a Galeria Vittorio Emanuele que, considerada um dos mais antigos shoppings do mundo foi construida em meados de 1865 e ficou pronta por volta de 1877. Por lá estão algumas lojas de grife como Louis Vuitton, Prada e Gucci, além de alguns restaurantes fofos e o famoso touro que tem suas “boletas” pisoteadas por milhares de pessoas diariamente.

TOURO? Sim, no chão da galeria tem um mosaico de um touro, e criou-se a tradição de pisar com o calcanhar no saco do boi, e segundo a tradição isso lhe trará sorte e te trará de volta à cidade. Superstição ou não, eu dei minhas três voltinhas na boleta do coitado.

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Depois de um passeio breve pela galeria, andamos um pouco pelas ruas fofas e estreitas de Milão. Era exatamente o que eu esperava, uma arquitetura antiga e fofa sabe?! De lá caminhamos por uns 20 minutos até chegar no suntuoso Castello Sforzesco.

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O Castello Sforzesco foi construído no século XV, e foi o primeiro castelo que vi viagem e na minha vida. Fiquei todo bobo com o tamanho e arquitetura do local.  A história do local é super extensa, e quem se interessar pode conferir na íntegra aqui.

Ao observar toda aquela estrutura, eu só conseguia ficar imaginando como seria na época em que as pessoas moravam por ali sabe!? É tão grande, que ficamos imaginando quantas pessoas moravam ali, quantos empregados eram precisos e tudo mais. Uma viagem mesmo né?!

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Na parte de trás do Castello fica o Parque Sempione, outro ponto turístico delicioso de Milão. É um parque consideravelmente grande, com bancos, barracas de comida e onde as pessoas passam seu tempo com a natureza, no melhor estilo Central Park ou Ibirapuera.

Acredito eu que no verão seja mais movimentado, mas confesso que achei a paisagem de outono LINDA! Poderia passar horas sentado em um banquinho observando o ir e vir das pessoas e dos animais. O parque termina em outro monumento, o “Arco da Paz”.

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Ainda aproveitamos o finalzinho do dia para dar uma volta no quadrilátero de ouro, um quarteirão repleto de lojas de grifes e que transpira moda por todos os cantos. Claro que pra gente foi apenas um passeio, mas as lojas estavam bem cheias de clientes viu?!

No jantar decidimos ficar pelo hotel mesmo, e até tentamos dar um pulo até Navigli novamente, porém estava uma noite meio chuvosa e o bairro estava vazio. Tomamos um drink, e voltamos para o hotel para descansar e partir na manhã seguinte para o destino que eu mais gostei na Itália… Mais detalhes no próximo post sobre a viagem, combinado?

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O mais legal de estar em Milão foi poder me sentir um pouco mais próximo da cultura italiana, e ter excelentes recordações do meu avô e do meu pai. Rolou até um suco de tomate em homenagem! Sem dúvidas Milão deixou saudades, e quero muito voltar lá um dia!


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29 de fevereiro de 2016

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Sempre que eu lia/assistia algo que envolvesse Londres eu ficava imaginando que andar na cidade era algo super complicado. Eu não sei se a pronúncia diferenciada dos lugares me causava essa sensação, acredito que sim.

Meu receio era tanto que eu acabei não pesquisando muito sobre o assunto, e por isso resolvi fazer esse post pra vocês, afinal é extremamente fácil usar transporte público em Londres. 

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Mas antes de dar as dicas, quero falar sobre um erro besta e caro que cometemos logo na chegada. Tudo bem que chegamos de um voo longo, e estávamos com malas grandes, mas de onde tirei a idéia de pegar um taxi (black cab) para ir do aeroporto de Heathrow até o hotel? Gastamos uma fortuna com o taxi (80 libras), ficamos um bom tempo presos no trânsito…. Enquanto poderíamos ter descido um lance de escadas no aeroporto, comprado o nosso Oyster e parado na estação de metro que ficava ao lado do hotel. Isso sem complicação de troca de linha nem nada, era uma reta só!

Claro que só fomos descobrir isso quando estávamos no segundo/terceiro dia de viagem, e foi essa situação que me motivou a escrever esse post pra vocês. Afinal, tudo que queremos em viagens é curtir e, claro, economizar o nosso suado dinheirinho não é mesmo?

Então a minha primeira dica é, vai viajar para Londres? Já baixe um dos aplicativos que vou mencionar já já, e faça a rota entre o aeroporto e seu hotel de underground, acredite você vai me agradecer pelas libras economizadas.

Dicas de Aplicativos

Por mais que eu sempre tenha o Google Maps em mãos em viagens, eu gosto de sempre procurar aplicativos específicos do local que eu esteja visitando. E em Londres conheci dois aplicativos que nos ajudaram bastante.

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O primeiro deles é o Tube Map, que te mostra na tela do celular todo o mapa do underground de Londres. Repare que, assim como em Paris, o metro é classificado por zonas, então se atente na hora de comprar o seu Oyster.

Com o Tube Map é possível verificar qual o trajeto você deve percorrer para ir de uma estação à outra, qual linha pegar e tudo mais. Mas para saber o seu destino, você deverá saber qual estação está mais próxima certo? E caso você não tenha essa informação, você pode utilizar o próximo app.

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O Citymapper traça a rota entre o seu ponto de partida e seu destino final, e te mostra a maneira mais fácil de chegar até lá. Isso inclui ônibus, trem e mêtro. E o legal desse app, é que estão disponíveis outras cidades do mundo, incluindo São Paulo e NY.

Depois de um tempo você vai se acostumando com o transporte local, e acaba nem precisando mais consultar os aplicativos com tanta frequência. No nosso caso mesmo, no segundo dia de viagem já sabíamos ir e voltar para vários lugares de underground.

Compre um Oyster Card

Ficamos bem na dúvida se compensaria ou não comprar o Oyster Card, já que passaríamos 5/6 dias na cidade. Acabamos optando por comprar, e valeu muito a pena.

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Compramos o Oyster (5 libras) e creditamos 1 semana de passe livre de underground e ônibus entre as zonas 1 e 2 (as mais centrais), pagamos o total de aproximadamente 32 libras cada.

Com o Oyster você entra e sai dos transportes públicos de maneira fácil e rápida, sem aquela enrolação de ter que ficar pegando filas para comprar ticket toda vez que for utilizar o mêtro, ou contando moedas para o ônibus.

Ah, vale lembrar que no final da viagem você pode devolver o seu cartão do Oyster e receber as suas 5 libras de volta.

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Só se atente com os horários de fechamento do mêtro, que infelizmente ainda não funciona 24 horas. Parece que eles vão começar a operar 24 horas em breve, mas quando eu estava lá ainda não funcionava assim.

Nesse caso, quando estávamos voltando de alguma balada nossa opção eram alguns ônibus que funcionam a noite toda, taxi ou Uber. Acabávamos escolhendo a opção do Uber que, acreditem, sai mais barato que o taxi comum por lá.

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Acredite, o transporte público em Londres é fácil e intuitivo. Prestando atenção você pega a prática rapidinho e com isso fica mais seguro para se locomover pela cidade. Já tive oportunidade de usar transporte público em várias cidades, e Londres levou nota 10 neste quesito.