Categoria: Entretenimento
 
25 de maio de 2016
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Campanha #DiaDosMisturados da C&A

Como pode em pleno 2016 o ser humano ter um pensamento tão obsoleto e retrógrado? Essa é a minha pergunta diante aos acontecimentos dos últimos dias. Dificilmente eu falo sobre assuntos polemizados por aqui, mas dessa vez tive que vir expor e manifestar a minha visão de tudo isso.

Nos últimos dias a C&A lançou uma campanha de dia dos namorados com uma temática diferenciada, e incrível, o dia dos misturados. Celebrando a nova fase de quebra de barreiras e regras de vestuário, e claro também fazendo uma menção à inclusão de casais homossexuais neste tipo de data comemorativa.

Mas antes de focar na temática gay do assunto, vamos pensar apenas na questão de gênero certo? Vocês sabiam que as mulheres já foram proibidas de usarem calças por estas pertencerem, até então, ao vestuário masculino? Vocês, mulheres, já se imaginaram sofrendo preconceito por usar algo que parece tão comum?

Caso você não conheça toda essa história de inclusão da calça no armário feminino, aqui tem um relato resumido bem bacana sobre o assunto.

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E se hoje todos nós temos liberdade de usar e abusar das calças, é porque mulheres lutaram por isso e marcas acreditaram que isso funcionaria de alguma forma. Elas quebraram as regras, e assumiram a posição de “guerreiras” contra o preconceito, afinal que diferença faz na vida e caráter de uma pessoa o que ela está usando?

Se homens querem usar saias, mulheres calças… O que isso vai influenciar na sua vida? Veja bem, eu não conheço ninguém que tenha nascido vestido, vocês conhecem? As roupas foram criadas pelo homem, e com o passar do tempo foram criando regras de que isso era para fulano, aquilo para ciclano.

Mas afinal, onde está escrito que saias são para mulheres e calças para homens? Quem está tão acima do bem e do mal para poder julgar um ser humano apenas por uma peça de roupa?

Ai vem a questão da sexualidade, que as pessoas insistem em mencionar quando a questão do gênero é debatida. Minha pergunta (desculpem a grosseria) é… O que tem a ver o cu com as calças? Acho que essa frase nunca se enquadrou tão bem em um tema como agora.

Quando as pessoas vão aprender a diferenciar sexualidade de moda? E mais, quando vão finalmente viver suas próprias vidas e respeitar as escolhas do próximo sem julgamento?

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Campanha Adidas Originals especial para a Parada Gay de SP

Por um mundo onde existam mais marcas como a C&A, e também a Adidas que lançou um recentemente um pack especial em comemoração à parada gay de SP. Aliás, tenho que dizer que desejei tudo viu!

Mas acima de tudo, por um mundo onde as escolhas das pessoas sejam respeitadas e não julgadas. Sejam elas escolhas de roupas, sexuais ou religiosas… Viva o amor, e que o preconceito seja apenas ignorado!


Categoria: Tecnologia
 
23 de maio de 2016

Quero começar esse post agradecendo ao hater fake que fez um comentário bem peculiar no meu Instagram há alguns dias…. “Nossa, como você se sente estando tão “flopado”? Uma foto com 4 comentários é muita depressão”. E quero agradecer à este ser, que claramente já foi bloqueado, por abrir assunto para este post!

Nos últimos dias o Instagram claramente caiu, e caiu muito! O engajamento de alguns meses pra cá não é mais o mesmo e os motivos acho que vocês já estão carecas de saber. Facebook comprou, e pra falar um português bem claro “resolveu fuder a porra toda” por lá também.

Eu mesmo, sigo quase 2 mil pessoas porque gosto de entrar e ter um feed cheio de fotos legais para olhar quando tenho uns tempos livres, porém de uns tempos pra cá eu fico atualizando e nada, as fotos simplesmente não chegam até mim!

Bom, mas além desse problema com o Instagram em si… o engajamento do meu Instagram em particular tem sim picos de altos e baixos, e sinceramente não sei se é com todo mundo pois não sou consultor de redes sociais, mas monitoro os meus números e tenho noção de que isso acontece.

Mas o problema é que algumas pessoas estão se incomodando mais do que eu mesmo com o fato do engajamento estar baixo! E gente, na boa? Eu A-M-O o Instagram, é a minha rede social favorita e eu procuro postar por lá conteúdo que eu gostaria de ver, e que me fariam seguir alguém.

Nunca fiz do meu instagram uma guerra por likes, posto por lá o conteúdo que me agrada, fotos que eu me esforço para fazer e quero dividir com as pessoas que me seguem.

Claro, não vou ser hipócrita em dizer que não quero likes, claro que eu quero! Ter likes e comentários é um feedback do trabalho que estou fazendo tanto ali, como em todas as minhas outras redes sociais. Os likes e seguidores também impulsionam e valorizam o meu trabalho, facilitam para fechar trabalhos e ganhar o meu dinheiro honesto dentro do trabalho que escolhi para minha vida e que exerço há mais de 7 anos.

O que eu quero dizer é que eu valorizo os meus seguidores, tanto quanto os meus likes, sejam eles muitos ou poucos. Todo o conteúdo que está exposto ali é porque me agradou em algum momento, e por isso foi postado, e não importa se 8 mil ou mil gostaram. Cada foto ali postada tem um significado, e o principal deles é me trazer recordações de momentos especiais.

E um momento para ser especial não precisa ser divido, ou comentado, por milhares de pessoas… O importante é o seu sentimento com o seu conteúdo, na sua rede social.

Meu conselho à este hater, ou qualquer outra pessoa que mantenha uma conta no instagram ou em qualquer outra rede social… Produza o conteúdo que lhe agrada, para só depois agradar aos outros! Faça o seu melhor, mas não espere uma recompensa por isso!

Faça porque tem vontade de fazer, poste porque tem vontade de postar… O que vier depois, é apenas uma mera e generosa consequência por parte das pessoas que lhe seguem por se interessar no seu conteúdo e em quem você realmente é!

Ter likes é muito bom, mas não deixe que isso influencie a sua visão e o seu bem estar! Isso não é uma guerra, é apenas diversão!!! E aliás, se você ainda não me segue no Instagram… Clique aqui para seguir!


Categoria: Entretenimento
 
15 de janeiro de 2016

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“Você é uma nordestina, uma baiana”… Essas expressões que ouvi no vídeo da minha amiga Joanna Maria me chocaram um pouco, e infelizmente não me causaram tanta estranheza quanto deveriam. Ela fez um desabafo no vídeo, eu comentei por lá, mas achei que não era suficiente e resolvi fazer esse post naquele esquema desabafo/ bate-papo para “resenhar” sobre o assunto.

Não tenho tantas experiências no Nordeste do nosso país quanto gostaria, ainda pretendo desbravar cada canto dessa região incrível, mas já tive oportunidade de ir algumas vezes e de coração, meu desejo é que cada cidadão brasileiro, pra não dizer habitante do mundo, pudesse ir ao menos uma vez ao nordeste. Não apenas pelas lindas paisagens, pelo sol maravilhoso, pela culinária deliciosa, pela rica cultura…. mais além de tudo isso, pelo povo alegre, receptivo e carinhoso que sempre encontro por lá.

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Claro que nem tudo está resumido em belas praias e uma água de coco gelada, existe sim o sertão nordestino… A seca, o clima árido, por muitas vezes a fome e outras provações. Mas e daí? Essas pessoas não escolheram passar por isso, elas não escolheram nascer nesses locais carentes de infra estrutura, elas não escolheram andar quilômetros atrás de um copo d’água que você tem à sua disposição num simples girar de registro da sua torneira.

E sabe o que essas pessoas não são obrigadas? A se contentar com isso, a não lutar por uma vida melhor seja no nordeste ou em qualquer outro canto do nosso país. Veja bem, eu disse N-O-S-S-O país!

Ainda assim, essas pessoas não estão cometendo xenofobia contra o sudeste, contra o sul, o centro-oeste… Elas estão vivendo suas vidas, por mais simples ou sofridas que possam ser.

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E não tenho dúvidas, que mesmo com tantas dificuldades e obstáculos, esses nordestinos tem orgulho de serem nordestinos, tem orgulho de seus sotaques, de suas vidas e histórias, e digo mais… são mais felizes que um ser humano medíocre que tenta fazer de uma cultura um xingamento barato e sem fundamento.

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Afinal, o que tanto “te incomoda” no povo nordestino? O sotaque diferente? A cultura? Os gostos? As raças? As crenças? O que tanto difere um nordestino de um paulista? Me desculpe, mas eu prefiro uma tarde em Itapuã do que meia hora beirando o tietê. Eu prefiro um sotaque arrastado, que um sujeito malandro, mas acima de qualquer coisa… Eu prefiro o RESPEITO!

Não estou aqui para levantar bandeiras, ou criar polêmicas. Mas em cada grão que eu puder contribui contra o preconceito babaca do ser humano, eu assim farei. Por um mundo onde as pessoas não precisem se amar, mas sejam obrigadas a respeitar o próximo e aprendam a tratar o ser humano com dignidade.

Eu aprendi uma coisa na minha vida, eu, você, o nordestino, o americano, o russo, o chinês… todos nós estamos aqui de passagem, e todos iremos nos despedir dessa vida da mesma maneira, então bora tentar fazer desse curto tempo em que estamos aqui o mais proveitoso e tranquilo possível.

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O que eu queria? Eu queria era ser nordestino e ter como quintal de casa essa natureza abençoada, o sorriso largo e água de coco à minha espera. Eu queria ser baiano, paraibano, cearense…. eu queria ser um Brasileiro, e acima de tudo ser respeitado e acalentado pelo meu povo independente da minha origem.