Testei  
30 de junho de 2011

Aproveitando o espaço para falar de clássicos, esse não podia faltar. O Leite de Colônia é realmente um super clássico nacional.

Criado há mais de 50 anos pelo médico Dr. Arthur Studart vem, desde então, sendo sucesso de vendas. Usado como um potente produto para limpeza da pele. E calhou que nessa semana recebi um e-mail da assessoria contando sobre as novas embalagens do Leite de Colônia. Vejam:

Presente no mercado desde 1948 e referência quando o assunto é limpeza da pele e higiene pessoal, Leite de Colônia – tradicional linha de loções de limpeza – passou por uma renovação que resultou em uma nova e moderna identidade visual. As quatro fragrâncias da linha – Original, Tempo de Amar, Final Fantastic e Toque de Carinho – ganharam novas embalagens.

A renovação da marca Leite de Colônia tem como base um resgate ao passado, que remete ao estilo retrô, mas com uma linguagem moderna e inovadora. As loções trazem também uma nova tampa flip top, que oferece mais praticidade e economia no momento do uso. Tudo isso sem deixar de oferecer a reconhecida qualidade de seus produtos, que conquistaram a confiança e a preferência das mulheres ao longo dos anos, de geração em geração.
A linha completa de Leite de Colônia é composta pelas Loções de Limpeza – disponíveis nas embalagens de 100 e 200 ml – e pelos Desodorantes Roll-on – em embalagens de 60 ml e nas mesmas fragrâncias das loções.
Para manter a pele saudável e jovem, é necessário mais do que apenas lavá-la com água: é preciso limpá-la diariamente com um produto seguro e eficaz. Por isso, as loções de Leite de Colônia são desenvolvidas especialmente para auxiliar na limpeza profunda da pele, mantendo-a limpa e protegida contra as agressões externas. Além de tonificar e proteger o rosto, possuem ação adstringente, que fecha temporariamente os poros e ajuda no controle da oleosidade. Auxilia também no combate a acne, além de ser indicada na retirada da maquiagem. Já a linha de desodorantes foi totalmente desenvolvida sem álcool e com ação antitranspirante, para proteger a pele contra os odores da transpiração de forma eficaz por 24 horas.”


Afinal, clássico que é clássico mantém a qualidade mas sempre se renova, né? As novas embalagens já podem ser encontradas em mercados e farmácias por todo o país.


Testei  
23 de junho de 2011

A cada troca de coleções são lançadas novas tendências também em acessórios como bolsas e sapatos. No quesito bolsas então são clutches, bolsas grandes, bolsa box… Mas clássicos, são clássicos, e não saem de moda nunca. São peças curinga para compor qualquer look. Você conhece todos os clássicos?

O modelo Kelly da Hermés tornou-se popular após Grace Kelly utilizar o modelo da grife supostamente para esconder uma gravidez. Desde então a bolsa tornou-se um clássico e está no arsenal de muitas mulheres, apesar de seu preço salgado.
Já o modelo 2.55 da Chanel foi a primeira criação de Mademoiselle Chanel, seu nome é a abreviação da data em que foi criada Fevereiro de 1955. A fabricação desse modelo é totalmente artesanal e pode passar por até 180 etapas.
A bolsa Jackie da Gucci recebeu esse nome por Jackie Onassis, usuária assídua do modelo. Com o passar do tempo foi esquecido, mas relançado na era Tom Ford na Gucci.
A Louis Vuitton tem como carro chefe o modelo Speedy, existente desde 1933, o modelo tornou-se popular ao cair nas graças de Audrey Hepburn. Desde então foi lançada em vários tamanhos e estilos dentro das coleções da marca.
Mais um clássico da Hermés é o modelo Birkin. O modelo tem uma história bem curiosa, em um voô entre Paris-Londres, Jane Birkin derrubou acidentalmente os papéis que carregava em sua bolsa e ao seu lado, o diretor executivo da Hermés, prometeu criar um modelo de bolsa grande o suficiente para que carregasse seus documentos e papéis com elegância e comodidade. O sucesso é absoluto, e um modelo pode chegar a custar U$ 80 mil dólares.
Pra fechar, a caçula dos clássicos, Lady Dior. Já existente há algum tempo, o modelo tornou-se hit após, a então princesa, Lady Di começar a utilizar o modelo em várias ocasiões. Desde então, a bolsa leva esse nome e é sucesso de vendas no mundo todo.

Tão vendo só? Clássicos são o que são devido a uma história bacana. Em alguns anos poderemos incluir Balenciagas, Célines, Proenzas e muito mais!

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Testei  
9 de junho de 2011

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Começa mais uma série aqui no Bluhgger, falando um pouco sobre clássicos. No ostracismo, ou não, clássicos são clássicos e se chegaram ao topo um dia, com certeza foi por oferecerem um ótimo benefício.
Quando falamos em clássicos podemos nos referir à várias coisas, aqui no Bluhgger você verá os clássicos em perfumaria, cosméticos, moda e outros quesitos. Sim, “E o vento levou” aparecerá por aqui. rsrs
Para começar, os clássicos da perfumaria masculina. Será que vocês conhecem todos? Já os sentiram ao menos uma vez? Vamos ver:

Já usou ou usa algum deles? Comentem!!!

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