Categoria: Moda
 
19 de abril de 2016

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Seria prepotência da minha parte afirmar que a moda nacional está ganhando um novo rumo, mas a minha missão enquanto blogueiro/influenciador é passar pra vocês um pouco da minha visão das coisas que estão acontecendo, e por mais que eu não fale muito sobre moda por aqui, é um assunto que me interessa bastante e tento estar sempre inteirado nos últimos acontecimentos.

Acontece que a moda brasileira, que tem excelentes profissionais e não deve em nada para qualquer outra cidade do mundo, não tem o devido incentivo. Não só incentivo de grana, mas prestígio sabe? A crise em que nos encontramos também atrapalha, mas eu já noto essa defasagem há um bom tempo.

A Casa de Criadores é um evento que eu ainda não tinha tido oportunidade de prestigiar, mas o fiz nessa última edição que aconteceu na semana passada aqui em São Paulo, e me surpreendi positivamente.

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O que mais me chamou atenção no evento, foi a visão da moda enquanto tendência e não tanto como comercial. Moda feita de forma livre, com tom de protesto e não moldada para agradar como acaba acontecendo em muitos eventos da área.

Pude conferir alguns desfiles, que acontecem de forma rápida e funcional, um atrás do outro e na mesma sala, o que achei ótimo pois é um saco esse negócio de não saber em qual sala vai acontecer o desfile X, e ainda ter que ficar indo de um lado para o outro.

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Após assistir os desfiles, pude julgar que o principal ponto de partida foi, sem dúvidas, a moda sem gênero e livre. Na verdade um pouco de cada tópico, pois o sem gênero não necessariamente significa um vestido para homens certo?

Eu ainda quero fazer um post me aprofundando mais nesse assunto, mas como ele esteve em plena evidência nos desfiles eu tinha que destacar por aqui.

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Claro que passarela é tendência, e a não ser que você seja extremamente fashionista ou curta se vestir na vibe da androginia, dificilmente você consiga adaptar algum look desses no dia-a-dia.

Mas o importante é capacidade de adaptar tendências, cores, comprimentos e estilos. Ou seja, não estou dizendo que sairei por aí usando um longo fluído, mas por que não ousar no brilho, misturar texturas ou incluir tecidos diferentes?

O cropped masculino foi uma polêmica há algum tempo, e esteve presente na passarela. Pra mim é um exemplo claro da liberdade fashion, que volto a citar. Usar uma blusa com barriga de fora não está dentro da minha realidade, corpo ou gosto. Mas se você acha bacana, bonito, sexy… Por que não usar?

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Vi muita coisa linda, que me encheu os olhos. Nem tudo eu traria para o meu cotidiano, mas nem sempre você precisa ter para admirar a beleza de uma peça, e mais, saber que o que não serve para você pode servir para outras pessoas.

LIBERDADE! Essa foi a principal tendência que a Casa de Criadores me mostrou, e que me fez escrever esse post pra vocês.

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Quero aproveitar e parabenizar todos os estilistas e organização do evento, que o fazem com tanta dedicação e carinho! E vocês, espero que gostem e reflitam sobre a tal liberdade que tanto buscamos.





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19 de abril de 2016 às 10:28 AM

Lu seu lindo, gostei do que disse, o que nao serve para nos, pode servir para outras pessoas..
Bjsss

(Responder)